Quem nunca teve o desejo de voltar a uma determinada época, um determinado ano, mês ou dia?
Se isso fosse possível, além da nossa divagante mente que nos brinda com a faculdade de rememorar, poderíamos reaproveitar o tempo perdido, a oportunidade que se passou, etc.
Além da ficção científica, do clássico de Herbert George Wells, famoso escritor inglês e autor da obra A Máquina do Tempo, escrita em 1895. a ciência dita contemporânea tem dedicado publicações sobre o assunto, baseando-se em estudos realizados pelo eminente físico Albert Einstein e o atual físico americano Ronald L. Mallett.
Este último tem motivado suas pesquisas na tentativa de reverter a fatalidade de ter perdido o pai aos 10 anos de idade, vítima de um ataque cardíaco.
O que nos motiva a querer viajar no tempo além da viagem que já fazemos a cada segundo que se passa? Não poderíamos incorrer no mesmo erro baseado no filme-ficção O Efeito Borboleta ao tentarmos modificar uma das infinitas possibilidades que nós nos deparamos a cada instante no presente momento? Não precisamos ser físicos e nem estudarmos a teoria quântica, ou das partículas para intuirmos o que os sábios nos ensinam há tempos: somos senhores tão somente do presente. Esse presente que quase não é sentido, muitas vezes ignorado, mal-compreendido e que teimamos deixar escapar por entre os dedos qual grãos minúsculos de areia de praia.
Não possuímos nessa forma tridimensional a capacidade de englobarmos todas as possibilidades ou todos os eventos possíveis, traçados pelo universo, ou Criador, como queiram.
Aí é que está a beleza do aprendizado nesse breve momento da nossa participação corpórea interagindo com cada ser, com igual possibilidade existencial.
Se isso fosse possível, além da nossa divagante mente que nos brinda com a faculdade de rememorar, poderíamos reaproveitar o tempo perdido, a oportunidade que se passou, etc.

Além da ficção científica, do clássico de Herbert George Wells, famoso escritor inglês e autor da obra A Máquina do Tempo, escrita em 1895. a ciência dita contemporânea tem dedicado publicações sobre o assunto, baseando-se em estudos realizados pelo eminente físico Albert Einstein e o atual físico americano Ronald L. Mallett.
Este último tem motivado suas pesquisas na tentativa de reverter a fatalidade de ter perdido o pai aos 10 anos de idade, vítima de um ataque cardíaco.
O que nos motiva a querer viajar no tempo além da viagem que já fazemos a cada segundo que se passa? Não poderíamos incorrer no mesmo erro baseado no filme-ficção O Efeito Borboleta ao tentarmos modificar uma das infinitas possibilidades que nós nos deparamos a cada instante no presente momento? Não precisamos ser físicos e nem estudarmos a teoria quântica, ou das partículas para intuirmos o que os sábios nos ensinam há tempos: somos senhores tão somente do presente. Esse presente que quase não é sentido, muitas vezes ignorado, mal-compreendido e que teimamos deixar escapar por entre os dedos qual grãos minúsculos de areia de praia.
Não possuímos nessa forma tridimensional a capacidade de englobarmos todas as possibilidades ou todos os eventos possíveis, traçados pelo universo, ou Criador, como queiram.
Aí é que está a beleza do aprendizado nesse breve momento da nossa participação corpórea interagindo com cada ser, com igual possibilidade existencial.
O tempo nessa nossa tragetória é curto? É longo? É relativo. Depende da qualidade de aprendizado, da maneira em se realizar cada ato de forma consciente e único, tal como ele o é.
No balé do cosmos, somos partículas em eterno movimento e portanto hora massa, hora energia e como a energia na verdade nunca se acaba, mas se transforma, nos encontraremos com certeza em outro eventos, com outras prioridades, sem precisar voltarmos ao que passou.
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