quinta-feira, 18 de junho de 2009

Viajando no tempo

Quem nunca teve o desejo de voltar a uma determinada época, um determinado ano, mês ou dia?
Se isso fosse possível, além da nossa divagante mente que nos brinda com a faculdade de rememorar, poderíamos reaproveitar o tempo perdido, a oportunidade que se passou, etc.

Além da ficção científica, do clássico de Herbert George Wells, famoso escritor inglês e autor da obra A Máquina do Tempo, escrita em 1895. a ciência dita contemporânea tem dedicado publicações sobre o assunto, baseando-se em estudos realizados pelo eminente físico Albert Einstein e o atual físico americano Ronald L. Mallett.
Este último tem motivado suas pesquisas na tentativa de reverter a fatalidade de ter perdido o pai aos 10 anos de idade, vítima de um ataque cardíaco.
O que nos motiva a querer viajar no tempo além da viagem que já fazemos a cada segundo que se passa? Não poderíamos incorrer no mesmo erro baseado no filme-ficção O Efeito Borboleta ao tentarmos modificar uma das infinitas possibilidades que nós nos deparamos a cada instante no presente momento? Não precisamos ser físicos e nem estudarmos a teoria quântica, ou das partículas para intuirmos o que os sábios nos ensinam há tempos: somos senhores tão somente do presente. Esse presente que quase não é sentido, muitas vezes ignorado, mal-compreendido e que teimamos deixar escapar por entre os dedos qual grãos minúsculos de areia de praia.
Não possuímos nessa forma tridimensional a capacidade de englobarmos todas as possibilidades ou todos os eventos possíveis, traçados pelo universo, ou Criador, como queiram.
Aí é que está a beleza do aprendizado nesse breve momento da nossa participação corpórea interagindo com cada ser, com igual possibilidade existencial.

O tempo nessa nossa tragetória é curto? É longo? É relativo. Depende da qualidade de aprendizado, da maneira em se realizar cada ato de forma consciente e único, tal como ele o é.
No balé do cosmos, somos partículas em eterno movimento e portanto hora massa, hora energia e como a energia na verdade nunca se acaba, mas se transforma, nos encontraremos com certeza em outro eventos, com outras prioridades, sem precisar voltarmos ao que passou.


Um comentário:

Anônimo disse...

gostei do seu perfil
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