segunda-feira, 21 de julho de 2008

A Teoria do Balão

Somos energia. Luz pura e condensada, segundo a fórmula mais famosa de Einstein E=mc². Só estamos em repouso. Somos luz em essência e estamos nesta forma densa provisoriamente.
O Criador tem deixado pistas de sua existência através de inúmeras Leis que nos governam e circundam. Algumas delas são amplamente discutidas, como a lei da ação e reação, a lei do retorno, da harmonia, conservação e assim por diante. Mas observem leitores uma peculiaridade neste plano material em que co-habitamos e que não é privilégio somente dele. Nesta imensa e mal tratada esfera chamada Terra, o planeta azul. Aqui podemos observar a ocorrência da dualidade em tudo, conforme, já discorrido até em antigas civilizações. Conforme a Lei Divina citada anteriormente, para cada ação ocorrerá uma ação. Uma noite causará um dia. Uma inspiração, uma expiração. Luz e escuridão. Uma morte, uma vida, um homem, uma mulher, etc. São manifestações complementares. Yin e o Yang do universo. Uma vez desencadeada uma manifestação qualquer outra lei aparece: a Lei do Equilíbrio e depois a da Harmonia.
Assim, também, se aplica a nossa essência, que se manifesta como matéria, ou melhor, energia condensada, aqui neste plano mais denso, ora como luz ora como matéria em um moto contínuo de evolução espiral, ou seja, passando sempre pelo mesmo lugar, porém cada vez em uma órbita acima. É como subirmos uma infinita escada espiralada.
Tudo tende a voltar ao ponto que se encontrava pela lei da harmonia e do equilíbrio.
E por que isso acontece? Por que outra Lei Divina deve ser satisfeita: A Lei da Evolução.
Este Lei nos faz tender a “voltar” de onde viemos, porém, com a possibilidade de uma visão privilegiada.
Como vivemos num planeta fortemente regido por outra lei famosa que é a da Gravidade, somos impelidos a ficar grudados na superfície, atraídos para o núcleo central da Terra.
Pois bem, como somos montados por milhões de partículas e estas estão em repouso, e podemos afetá-las e a nós mesmos de três formas básicas:
Pelos pensamentos, pelo o que ingerimos e pelos nossos sentimentos.
Pensamentos negativos de vingança, violentos, de desejos insaciáveis, de cumulação de bens, e assim por diante, tornam essas nossas partículas mais densas e pesadas e assim também ocorre com aquilo que comemos, bebemos, que cheiramos, que injetamos no nosso corpo, nosso sentimentos de cólera, de raiva de mágoas, todos geram energias de baixa vibração, ocasionando um estado mais letárgico em nossas partículas, algumas se desequilibram totalmente e geram anomalias no corpo através de cistos, tumores, etc.
Como tudo e todos estão regidos por Leis Universais, e são universais por que sempre ocorrem e em qualquer lugar, independente da conta bancária, do tipo sanguíneo ou crença religiosa da pessoa, devemos procurar nos harmonizar ao máximo para transmutarmos nosso corpo em algo mais leve. Devemos procurar abandonar o excesso de peso que carregamos e que não poderemos transportá-lo para a próxima fase. Daí o surgimento da Teoria do Balão.
O Balão sobe por que o ar no seu interior, ou gás é menos denso que o oxigênio.
Devemos nos comportar como um balão que para ascender, deve modificar seu ar interior (pensamentos, sentimentos, alimentos, etc.) em partículas mais leves.
Devemos ter cuidado com o que comemos, o que sentimos e o que pensamos.
Diz um antigo sábio que aquele que domina os outros é poderoso, mas o que domina a si mesmo é ainda mais poderoso.

A origem do universo, tema favorito dos cientistas na atualidade, tem gerado polêmica pelo fato de ter existido ou não um big bang, ou seja, uma explosão no centro do universo que teria dado início a tudo o que conhecemos nossas galáxias, estrelas, etc. Curiosamente os hindus relatam nos seus escritos sagrados que o universo é cíclico e que há um dia de Brahama, criador do universo hindu e uma noite de Brahama, cada um período correspondente a 4.300.000.000 de anos.

domingo, 20 de julho de 2008

Reencarnação de Buda?

Garoto que seria reencarnação do Buda reaparece no Nepal.
Um adolescente que, muitos acreditam, seria Buda reencarnado reapareceu numa floresta no sul do Nepal, depois de ficar desaparecido por meses, disseram autoridades.
Ram Bahadur Banjan, 15 anos, tinha sido visto pela última vez em 11 de março numa floresta onde meditou por 10 meses, supostamente sem água e sem alimentos. Milhares de hindus e budistas iam ao local diariamente para vê-lo.
Banjan havia sumido, sem explicação, do seu local de meditação, em meio às raízes de uma árvore onde ele permanecia com as pernas cruzadas, sem se mover e com os olhos fechados, em Bara, cerca de 160 km ao sul da capital Katmandu.
O menino foi avistado por pastores na floresta, no domingo, e uma equipe da polícia foi averiguar na segunda-feira, informou uma autoridade administrativa local, Harihar Dahal.
Muitos seguidores acreditam que Banjan seja a reencarnação de Sidarta Gautama, nascido não longe da floresta, no sudoeste do Nepal, na fronteira com a Índia, por volta de 500 a।C. e veio a se tornar o reverenciado Buda.
Meditando há seis meses, menino é tido como novo Buda.
Impressionados com o fenômeno, cientistas têm tentado estudar Ram Bahadur Banjan sem atrapalhar a sua meditação.Os amigos e parentes de Banjan dizem que ele não bebe água há seis meses e que vai continuar assim por seis anos até receber a iluminação, como aconteceu com Buda em Lumbini, a 250 km do Nepal.
Siddartha Gautama, que posteriormente atingiu o Mahanirvana e se tornou Buda, nasceu em 560 A.C.
A façanha do adolescente se espalhou rapidamente e as pessoas da região da vila Ratanapuri começaram a ir ver Banjan, que está sentado de pernas cruzadas, pose tradicional de Buda, embaixo de uma árvore peepal.Os seus olhos estão fechados e quase totalmente cobertos pelo cabelo, que cresceu nos últimos meses. O corpo, firme, está envolvido por um xale claro.
A fotografia de Banjan aparece com frequência nos jornais e as pessoas procuram se atualizar sobre o estado dele.
Muitos na sua região já o adoram como a reencarnação de Buda e adornam a árvore sob a qual ele medita e acendem incensos.
O maior movimento de pessoas gerou oportunidades econômicas.''Quase 500 mil rúpias (US$ 7 mil) foram depositadas no banco por devotos'', diz um alto funcionário do governo local, Prajapati Koirala. O valor não inclui as doações feitas no local.
A população da região criou uma comissão para assegurar que Banjan tenha o ambiente certo para meditar e para gerenciar o fluxo de visitantes.
As pessoas querem saber principalmente se ele fica sentado na mesma pose e medita durante toda a noite, e se ele realmente não come nem bebe nada.
Algumas pessoas dizem que ele não come nada desde começou a meditação, outros dizem que no início ele tomava um líquido leitoso extraído das raízes da árvore.
A maioria dos seres humanos pode sobreviver sem comida por várias semanas, já que o corpo extrai energia dos estoques de gordura e proteína, mas em média uma pessoa não resiste a mais de três a quatro dias sem água.
Os supostos poderes extraordinários de líderes religiosos são raramente submetidos a uma investigação científica, mas a cobrança por provas vem aumentando.''Nós concordamos em conduzir um exame científico nele'', afirmou Koirala.
Segundo ele, cientistas da Academia Real de Ciências e Tecnologia do Nepal estão a caminho de Ratanapuri para examinar o adolescente.O desafio é fazer isso sem tocar Banjan.
"Pelo menos os cientistas vão poder ver se ele medita a noite inteira ou não'', disse Deekpal Chaudhary, que vende incensos aos visitantes.
O verdadeiro Buda nasceu em 650 A.C. A família de Banjan diz que ele sempre foi diferente dos seus quatro irmãos. Ele não falava muito e mantinha-se sempre à distância.
A sua professora de colégio, Saiden Lama, disse que ''ele nunca tocou álcool''. Ainda segundo a família e os amigos, Banjan começou a meditar quando voltou de uma viagem a Lumbini, a cidade onde Buda nasceu, e monastérios de Pokhara, no Nepal, e Dehradun, na Índia.
O primo dele, Prem Lama, disse que Banjan só falou algumas vezes desde que começou a meditar. A primeira vez teria sido quando uma cobra o picou, há cerca de um mês.
O adolescente teria interpretado o incidente como um teste, que precisava superar, disse o primo. Ele já havia sido picado por uma cobra três meses depois de dar início à meditação.
Depois de ser picado, Banjan teria pedido a ajudantes para pôr uma cortina em volta dele.
Em menos de uma semana, ele pediu para nós tirarmos a cortina, disse Prem Lama.