quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O Efeito Colateral


Existe um efeito colateral que deixo para os psicólogos de plantão analisarem e que normalmente acomete o agente de um determinado tipo de violência que é a repetição da violência sofrida anteriormente. Ou seja, é como nos filmes de vampiro no qual aquele que foi mordido, passa a morder as suas vítimas também, como que para perpetuar a violência primeira.

Pois bem, a TV tem exatamente este papel. As imagens que invadem nossas casas passam mensagens subliminares que se depositam na nossa massa cinzenta nos levando a não só a reter a informação como que nos forçando a repeti-la e não esquecê-la. Os experts no assunto ou publicitários das grandes agências de marketing conhecem bem a fórmula e se superam a cada dia, sejam nas propagandas comerciais, nas propagandas políticas e até na maneira em que estampam as notícias nos jornais, revistas e telejornais.

Bom é aí que mora o perigo. Já repararam que recebemos um monte de notícias vindas de várias partes do mundo com uma certa repetição? Quantas vezes você já viu a notícia da mãe que deixa seu filho recém-nascido numa lixeira ou do cara que entra em uma escola e faz vários disparos? Alguns dirão, mas eu não repito essa violência que assisto, mas será? Será que pelo simples fato de comentarmos o que assistimos não estamos propagando como um vírus o evento? E as pessoas realmente susceptíveis não serão afetadas? Em um show de hipnose quando o protagonista solicita que cada um do auditório entrelace suas mãos e que ao contar até 5 ninguém vai conseguir desgrudar uma mão da outra, cerca de 3% realmente não consegue e daí o artista chama essas pessoas para o palco e começa o espetáculo. Imaginem milhões de espectadores espalhados pelo mundo afora assistindo cenas de violência. Uma parcela significativa será realmente estimulada a repetir as cenas que viram. Outras irão adequá-las ao seu cotidiano e as modificarão de certa forma, outras só comentarão e de certa forma “entregarão” essa ordem subliminar, esta hipnose ou sugestão para os realmente susceptíveis. O maior perigo são nossas crianças. Elas são o público mais fácil de ser sugestionada. Imaginem o que já existe plantado em suas mentes, vistas por esse ângulo?

O que devemos fazer então? Como combater ou pelo menos minimizar este efeito devastador? Acho que o antídoto é não reter essas informações, não carregá-las na mente, não assistir esses programas e nem comentá-los com terceiros. Assim como não comemos coisas estragadas e selecionamos nossa alimentação, assim também devemos selecionar o que assistimos, o que ouvimos, o que falamos, enfim onde está a nossa mente, nossa atenção, aí estará a nossa realidade. Lembrem-se que atraímos o tempo todo aquilo que pensamos e sentimos o tempo todo.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Viajando no tempo

Quem nunca teve o desejo de voltar a uma determinada época, um determinado ano, mês ou dia?
Se isso fosse possível, além da nossa divagante mente que nos brinda com a faculdade de rememorar, poderíamos reaproveitar o tempo perdido, a oportunidade que se passou, etc.

Além da ficção científica, do clássico de Herbert George Wells, famoso escritor inglês e autor da obra A Máquina do Tempo, escrita em 1895. a ciência dita contemporânea tem dedicado publicações sobre o assunto, baseando-se em estudos realizados pelo eminente físico Albert Einstein e o atual físico americano Ronald L. Mallett.
Este último tem motivado suas pesquisas na tentativa de reverter a fatalidade de ter perdido o pai aos 10 anos de idade, vítima de um ataque cardíaco.
O que nos motiva a querer viajar no tempo além da viagem que já fazemos a cada segundo que se passa? Não poderíamos incorrer no mesmo erro baseado no filme-ficção O Efeito Borboleta ao tentarmos modificar uma das infinitas possibilidades que nós nos deparamos a cada instante no presente momento? Não precisamos ser físicos e nem estudarmos a teoria quântica, ou das partículas para intuirmos o que os sábios nos ensinam há tempos: somos senhores tão somente do presente. Esse presente que quase não é sentido, muitas vezes ignorado, mal-compreendido e que teimamos deixar escapar por entre os dedos qual grãos minúsculos de areia de praia.
Não possuímos nessa forma tridimensional a capacidade de englobarmos todas as possibilidades ou todos os eventos possíveis, traçados pelo universo, ou Criador, como queiram.
Aí é que está a beleza do aprendizado nesse breve momento da nossa participação corpórea interagindo com cada ser, com igual possibilidade existencial.

O tempo nessa nossa tragetória é curto? É longo? É relativo. Depende da qualidade de aprendizado, da maneira em se realizar cada ato de forma consciente e único, tal como ele o é.
No balé do cosmos, somos partículas em eterno movimento e portanto hora massa, hora energia e como a energia na verdade nunca se acaba, mas se transforma, nos encontraremos com certeza em outro eventos, com outras prioridades, sem precisar voltarmos ao que passou.


domingo, 14 de junho de 2009

Rüdiger Gamm - A calculadora humana



O alemão “super-humano”, Rüdiger Gamm, também conhecido como “Senhor Cálculo” é capaz de solucionar fórmulas matemáticas supercomplexas de cabeça, com números de até 60 casas decimais. Além disso, ele também poder falar de trás para frente e é capaz de dizer o dia da semana de qualquer ano. O mais curioso é que Rüdiger só alcançou essa genialidade depois dos 20 anos, quando encontrou uma maneira de tirar proveito total da sua habilidade.
Geralmente, essa característica é encontrada em pessoas que sofreram algum tipo de dano cerebral. A diferença, neste caso, é que Rüdiger nunca teve nenhum problema no cérebro.
O professor Snyder, cientista internacionalmente reconhecido e diretor do centro mundial de estudos da mente, o “Centre For The Mind”, em Sydney, na Austrália, acredita que as pessoas brilhantes são as que têm acesso privilegiado a unidades sensoriais ainda primitivas, bem antes de elas serem organizadas em conceitos que têm significados específicos. Desta forma, essas pessoas vêem partes de um processo, não o seu total.
Snyder diz que todos nós possuímos acesso a esta mesma informação bruta, no entanto, sem algum tipo de disfunção cerebral ou estado alterado da mente, geralmente, este acesso está além da nossa consciência. De alguma maneira, Rüdiger é capaz de controlar este processo inconsciente do cérebro. Seria possível desenvolver uma tecnologia capaz de oferecer esta habilidade a todos?


1ª Parte

2ª Parte

Auto-Hemoterapia



É incrível como existe tanta programação inútil na TV e tanta desinformação sendo veiculada por toda a mídia e, assuntos interessantes com conteúdo nas áreas da saúde e educação serem quase obscuros e inacessíveis. É sabido há tempos que a saúde se tornou algo lucrativo e em poucas mãos é gerida de forma absoluta, mãos essas que não tolera "concorrências".
Se um mega laboratório detém um determinado produto, por exemplo, para uma determinada doença ou sintoma, ele quer exclusividade para a sua aplicação e não tem interesse, por razões óbvias que possam haver alternativas, outros métodos para venham agir de forma idêntica e às vezes até mesmo mais eficiente que o seu monopólio tão poderosamente defende.
A hemoterapia é uma dessas alternativas para previnir e até mesmo suprimir vários sintomas como é explicado mais adiante. Seus precursores e defensores, com não podia deixar de acontecer, sofreram e sofrem o peso da censura de seus opositores mais poderosos, mas assim mesmo defendem e comprovam a sua eficácia.
Julgue você mesmo os benefícios dessa alternativa barata e acessível após ver esta reportagem.
Foto do Dr. Luiz Moura - precurssor da auto-hemoterapia.



segunda-feira, 21 de julho de 2008

A Teoria do Balão

Somos energia. Luz pura e condensada, segundo a fórmula mais famosa de Einstein E=mc². Só estamos em repouso. Somos luz em essência e estamos nesta forma densa provisoriamente.
O Criador tem deixado pistas de sua existência através de inúmeras Leis que nos governam e circundam. Algumas delas são amplamente discutidas, como a lei da ação e reação, a lei do retorno, da harmonia, conservação e assim por diante. Mas observem leitores uma peculiaridade neste plano material em que co-habitamos e que não é privilégio somente dele. Nesta imensa e mal tratada esfera chamada Terra, o planeta azul. Aqui podemos observar a ocorrência da dualidade em tudo, conforme, já discorrido até em antigas civilizações. Conforme a Lei Divina citada anteriormente, para cada ação ocorrerá uma ação. Uma noite causará um dia. Uma inspiração, uma expiração. Luz e escuridão. Uma morte, uma vida, um homem, uma mulher, etc. São manifestações complementares. Yin e o Yang do universo. Uma vez desencadeada uma manifestação qualquer outra lei aparece: a Lei do Equilíbrio e depois a da Harmonia.
Assim, também, se aplica a nossa essência, que se manifesta como matéria, ou melhor, energia condensada, aqui neste plano mais denso, ora como luz ora como matéria em um moto contínuo de evolução espiral, ou seja, passando sempre pelo mesmo lugar, porém cada vez em uma órbita acima. É como subirmos uma infinita escada espiralada.
Tudo tende a voltar ao ponto que se encontrava pela lei da harmonia e do equilíbrio.
E por que isso acontece? Por que outra Lei Divina deve ser satisfeita: A Lei da Evolução.
Este Lei nos faz tender a “voltar” de onde viemos, porém, com a possibilidade de uma visão privilegiada.
Como vivemos num planeta fortemente regido por outra lei famosa que é a da Gravidade, somos impelidos a ficar grudados na superfície, atraídos para o núcleo central da Terra.
Pois bem, como somos montados por milhões de partículas e estas estão em repouso, e podemos afetá-las e a nós mesmos de três formas básicas:
Pelos pensamentos, pelo o que ingerimos e pelos nossos sentimentos.
Pensamentos negativos de vingança, violentos, de desejos insaciáveis, de cumulação de bens, e assim por diante, tornam essas nossas partículas mais densas e pesadas e assim também ocorre com aquilo que comemos, bebemos, que cheiramos, que injetamos no nosso corpo, nosso sentimentos de cólera, de raiva de mágoas, todos geram energias de baixa vibração, ocasionando um estado mais letárgico em nossas partículas, algumas se desequilibram totalmente e geram anomalias no corpo através de cistos, tumores, etc.
Como tudo e todos estão regidos por Leis Universais, e são universais por que sempre ocorrem e em qualquer lugar, independente da conta bancária, do tipo sanguíneo ou crença religiosa da pessoa, devemos procurar nos harmonizar ao máximo para transmutarmos nosso corpo em algo mais leve. Devemos procurar abandonar o excesso de peso que carregamos e que não poderemos transportá-lo para a próxima fase. Daí o surgimento da Teoria do Balão.
O Balão sobe por que o ar no seu interior, ou gás é menos denso que o oxigênio.
Devemos nos comportar como um balão que para ascender, deve modificar seu ar interior (pensamentos, sentimentos, alimentos, etc.) em partículas mais leves.
Devemos ter cuidado com o que comemos, o que sentimos e o que pensamos.
Diz um antigo sábio que aquele que domina os outros é poderoso, mas o que domina a si mesmo é ainda mais poderoso.

A origem do universo, tema favorito dos cientistas na atualidade, tem gerado polêmica pelo fato de ter existido ou não um big bang, ou seja, uma explosão no centro do universo que teria dado início a tudo o que conhecemos nossas galáxias, estrelas, etc. Curiosamente os hindus relatam nos seus escritos sagrados que o universo é cíclico e que há um dia de Brahama, criador do universo hindu e uma noite de Brahama, cada um período correspondente a 4.300.000.000 de anos.

domingo, 20 de julho de 2008

Reencarnação de Buda?

Garoto que seria reencarnação do Buda reaparece no Nepal.
Um adolescente que, muitos acreditam, seria Buda reencarnado reapareceu numa floresta no sul do Nepal, depois de ficar desaparecido por meses, disseram autoridades.
Ram Bahadur Banjan, 15 anos, tinha sido visto pela última vez em 11 de março numa floresta onde meditou por 10 meses, supostamente sem água e sem alimentos. Milhares de hindus e budistas iam ao local diariamente para vê-lo.
Banjan havia sumido, sem explicação, do seu local de meditação, em meio às raízes de uma árvore onde ele permanecia com as pernas cruzadas, sem se mover e com os olhos fechados, em Bara, cerca de 160 km ao sul da capital Katmandu.
O menino foi avistado por pastores na floresta, no domingo, e uma equipe da polícia foi averiguar na segunda-feira, informou uma autoridade administrativa local, Harihar Dahal.
Muitos seguidores acreditam que Banjan seja a reencarnação de Sidarta Gautama, nascido não longe da floresta, no sudoeste do Nepal, na fronteira com a Índia, por volta de 500 a।C. e veio a se tornar o reverenciado Buda.
Meditando há seis meses, menino é tido como novo Buda.
Impressionados com o fenômeno, cientistas têm tentado estudar Ram Bahadur Banjan sem atrapalhar a sua meditação.Os amigos e parentes de Banjan dizem que ele não bebe água há seis meses e que vai continuar assim por seis anos até receber a iluminação, como aconteceu com Buda em Lumbini, a 250 km do Nepal.
Siddartha Gautama, que posteriormente atingiu o Mahanirvana e se tornou Buda, nasceu em 560 A.C.
A façanha do adolescente se espalhou rapidamente e as pessoas da região da vila Ratanapuri começaram a ir ver Banjan, que está sentado de pernas cruzadas, pose tradicional de Buda, embaixo de uma árvore peepal.Os seus olhos estão fechados e quase totalmente cobertos pelo cabelo, que cresceu nos últimos meses. O corpo, firme, está envolvido por um xale claro.
A fotografia de Banjan aparece com frequência nos jornais e as pessoas procuram se atualizar sobre o estado dele.
Muitos na sua região já o adoram como a reencarnação de Buda e adornam a árvore sob a qual ele medita e acendem incensos.
O maior movimento de pessoas gerou oportunidades econômicas.''Quase 500 mil rúpias (US$ 7 mil) foram depositadas no banco por devotos'', diz um alto funcionário do governo local, Prajapati Koirala. O valor não inclui as doações feitas no local.
A população da região criou uma comissão para assegurar que Banjan tenha o ambiente certo para meditar e para gerenciar o fluxo de visitantes.
As pessoas querem saber principalmente se ele fica sentado na mesma pose e medita durante toda a noite, e se ele realmente não come nem bebe nada.
Algumas pessoas dizem que ele não come nada desde começou a meditação, outros dizem que no início ele tomava um líquido leitoso extraído das raízes da árvore.
A maioria dos seres humanos pode sobreviver sem comida por várias semanas, já que o corpo extrai energia dos estoques de gordura e proteína, mas em média uma pessoa não resiste a mais de três a quatro dias sem água.
Os supostos poderes extraordinários de líderes religiosos são raramente submetidos a uma investigação científica, mas a cobrança por provas vem aumentando.''Nós concordamos em conduzir um exame científico nele'', afirmou Koirala.
Segundo ele, cientistas da Academia Real de Ciências e Tecnologia do Nepal estão a caminho de Ratanapuri para examinar o adolescente.O desafio é fazer isso sem tocar Banjan.
"Pelo menos os cientistas vão poder ver se ele medita a noite inteira ou não'', disse Deekpal Chaudhary, que vende incensos aos visitantes.
O verdadeiro Buda nasceu em 650 A.C. A família de Banjan diz que ele sempre foi diferente dos seus quatro irmãos. Ele não falava muito e mantinha-se sempre à distância.
A sua professora de colégio, Saiden Lama, disse que ''ele nunca tocou álcool''. Ainda segundo a família e os amigos, Banjan começou a meditar quando voltou de uma viagem a Lumbini, a cidade onde Buda nasceu, e monastérios de Pokhara, no Nepal, e Dehradun, na Índia.
O primo dele, Prem Lama, disse que Banjan só falou algumas vezes desde que começou a meditar. A primeira vez teria sido quando uma cobra o picou, há cerca de um mês.
O adolescente teria interpretado o incidente como um teste, que precisava superar, disse o primo. Ele já havia sido picado por uma cobra três meses depois de dar início à meditação.
Depois de ser picado, Banjan teria pedido a ajudantes para pôr uma cortina em volta dele.
Em menos de uma semana, ele pediu para nós tirarmos a cortina, disse Prem Lama.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Natasha Demkina

Seria a vida imitando a arte? Será que os mutantes existem e estão vagando por aí entre nós?

Estas são perguntas que todos fazem quando escutam a história de Natasha Demkina, uma mocinha russa de 21 anos, que afirma ter visão de raio-x, igual a do Super-Homem.

Além do "super-poder", a garota também adota um discurso de heroína: ela afirma que quer usar seu poder para ajudar os necessitados, numa espécie de trabalho assistencial.


- Eu consigo ver a estrutura de um corpo humano, consigo ver como os órgãos estão funcionando. Órgãos com problema produzem uma tipo diferente de radiação, afirmou a jovem, que também explicou que não consegue ver seus próprios órgãos e que sua visão só funciona à noite.

Segundo a imprensa, Demkina, que descobriu suas habilidades aos 10 anos de idade, foi avaliada por diversos médicos que não conseguiram ter uma posição precisa sobre seu "poder".


Entretanto, ela não conseguiu confirmar suas habilidades durante uma experiência feita pelo canal Discovery Chanel, em 2004. Na época, Demkina explicou que ela não encontrou as condições favoráveis para desenvolver sua habilidade.

Pouco antes, em janeiro de 2004, Natasha e sua mãe foram convidadas para participar de algumas apresentações na televisão inglesa, onde ocorreu o fato mais curioso da sua vida: a garota descobriu que uma repórter do jornal The Sun havia sofrido um acidente de carro e conseguiu descrever, com extrema exatidão, todas as fraturas que a mulher havia sofrido, inclusive uma fratura na perna esquerda.- "O momento mais fantástico foi quando ela descobriu danos na minha perna esquerda.", disse a repórter.

Em outro experimento, Natasha deveria observar sete pessoas com problemas diversos e descrever quais seriam estes problemas. A menina deu quatro respostas corretas, apesar de sua mãe afirmar que ela nunca havia errado. Assim, o resultado foi considerado como satisfatório.

Tatyana Demkina, a mãe, contou ao jornal russo Pravda, que tentou esconder a anomalia da filha por algum tempo, mas logo o seu apartamento se tornou uma espécie de consultório, onde muitas pessoas doentes iam buscar ajuda. Ela conta que uma mulher foi até sua casa, pois não conseguia engravidar, mesmo após nove anos de tentativas. Pouco tempo depois, após a intervenção da Natasha, a mulher conseguiu dar à luz a um menino.

Uma coisa pode se afirmar: Natasha é mais um daqueles fenômenos russos que poucos conseguem encontrar uma explicação, agora se ela realmente tem poderes semelhantes à de um super-herói ainda não dá para afirmar, mas que é no mínimo estranho, ah isso é...

Fonte: O Buteco da Net