Muito se tem estudado sobre o pensamento humano, suas características, sua forma de armazenagem, de transmissão, de frequência, de energia e de materialização, mas até hoje muito pouco se sabe ou foi divulgado.
É certo que há milênios o homem investiga o comportamento sociológico dos seus semelhantes, derivando dessa jornada de conhecimento, de certa forma, as religiões, as seitas, a política, as artes, a cultura de um modo geral e até por que não a forma atual de marketing e seu conceito puramente comercial que adentra e interpenetra quase tudo que se vê, que se ouve e que se toca.
E por que esse estudo desde muito foi e é importante? Porque o homem sempre foi o lobo do homem. Porque na visão curta e tacanha de alguns tiranos, quem detinha o conhecimento, dominava os seus semelhantes. Hoje ainda seu usa deste artifício barato para escravizar-se as massas e comandar a maioria, quer-se através do ocultamento da verdade, quer-se através da propagação de crenças infundamentadas ou de mentiras escoradas em falsas suposições.
Cabe a cada um de nós, questionar nossos valores, nossos conceitos ou pré conceitos, a fonte do recebimento das verdades. Cabe a nós raciocinarmos o nosso próprio pensamento. Estamos vivendo na era do fast food. De tudo pronto. Não podemos e nem devemos outorgar a nossa mente ou inteligência a terceiros. Há que sempre se perguntar o que há por trás de cada afirmação, de cada verdade. Esta atitude sempre representou um perigo iminente para o detentor do poder.
Pense, questione, duvide, mas não dê as rédeas do seu destino a outrem sem análise prévia antes e desde que possível.
A verdade absoluta é impossível para nós nessa forma tridimensional, mas vários aspectos dela já nos libertam e como.