Somos energia. Luz pura e condensada, segundo a fórmula mais famosa de Einstein E=mc². Só estamos em repouso. Somos luz em essência e estamos nesta forma densa provisoriamente.O Criador tem deixado pistas de sua existência através de inúmeras Leis que nos governam e circundam. Algumas delas são amplamente discutidas, como a lei da ação e reação, a lei do retorno, da harmonia, conservação e assim por diante. Mas observem leitores uma peculiaridade neste plano material em que co-habitamos e que não é privilégio somente dele. Nesta imensa e mal tratada esfera chamada Terra, o planeta azul. Aqui podemos observar a ocorrência da dualidade em tudo, conforme, já discorrido até em antigas civilizações. Conforme a Lei Divina citada anteriormente, para cada ação ocorrerá uma ação. Uma noite causará um dia. Uma inspiração, uma expiração. Luz e escuridão. Uma morte, uma vida, um homem, uma mulher, etc. São manifestações complementares. Yin e o Yang do universo. Uma vez desencadeada uma manifestação qualquer outra lei aparece: a Lei do Equilíbrio e depois a da Harmonia.
Assim, também, se aplica a nossa essência, que se manifesta como matéria, ou melhor, energia condensada, aqui neste plano mais denso, ora como luz ora como matéria em um moto contínuo de evolução espiral, ou seja, passando sempre pelo mesmo lugar, porém cada vez em uma órbita acima. É como subirmos uma infinita escada espiralada.
Tudo tende a voltar ao ponto que se encontrava pela lei da harmonia e do equilíbrio.
E por que isso acontece? Por que outra Lei Divina deve ser satisfeita: A Lei da Evolução.
Este Lei nos faz tender a “voltar” de onde viemos, porém, com a possibilidade de uma visão privilegiada.
Como vivemos num planeta fortemente regido por outra lei famosa que é a da Gravidade, somos impelidos a ficar grudados na superfície, atraídos para o núcleo central da Terra.
Pois bem, como somos montados por milhões de partículas e estas estão em repouso, e podemos afetá-las e a nós mesmos de três formas básicas:
Pelos pensamentos, pelo o que ingerimos e pelos nossos sentimentos.
Pensamentos negativos de vingança, violentos, de desejos insaciáveis, de cumulação de bens, e assim por diante, tornam essas nossas partículas mais densas e pesadas e assim também ocorre com aquilo que comemos, bebemos, que cheiramos, que injetamos no nosso corpo, nosso sentimentos de cólera, de raiva de mágoas, todos geram energias de baixa vibração, ocasionando um estado mais letárgico em nossas partículas, algumas se desequilibram totalmente e geram anomalias no corpo através de cistos, tumores, etc.
Como tudo e todos estão regidos por Leis Universais, e são universais por que sempre ocorrem e em qualquer lugar, independente da conta bancária, do tipo sanguíneo ou crença religiosa da pessoa, devemos procurar nos harmonizar ao máximo para transmutarmos nosso corpo em algo mais leve. Devemos procurar abandonar o excesso de peso que carregamos e que não poderemos transportá-lo para a próxima fase. Daí o surgimento da Teoria do Balão.
O Balão sobe por que o ar no seu interior, ou gás é menos denso que o oxigênio.
Devemos nos comportar como um balão que para ascender, deve modificar seu ar interior (pensamentos, sentimentos, alimentos, etc.) em partículas mais leves.
Devemos ter cuidado com o que comemos, o que sentimos e o que pensamos.
Diz um antigo sábio que aquele que domina os outros é poderoso, mas o que domina a si mesmo é ainda mais poderoso.
A origem do universo, tema favorito dos cientistas na atualidade, tem gerado polêmica pelo fato de ter existido ou não um big bang, ou seja, uma explosão no centro do universo que teria dado início a tudo o que conhecemos nossas galáxias, estrelas, etc. Curiosamente os hindus relatam nos seus escritos sagrados que o universo é cíclico e que há um dia de Brahama, criador do universo hindu e uma noite de Brahama, cada um período correspondente a 4.300.000.000 de anos.
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