quinta-feira, 5 de junho de 2008

Relatividade de Tempo e Espaço (baseado Huberto Rhoden)



Está provado cientificamente que um relógio preso a um objeto em rápido movimento, atrasa.
Uma régua presa a um objeto em alta velocidade, encurta.
O movimento, a velocidade, reduz tempo e espaço.

Tempo e espaço só existem na zona dos finitos. No infinito não há tempo nem espaço, há somente o eterno (negação do tempo) e o infinito (negação do espaço).


A Terra se move ao redor do seu eixo a 1.600 km por hora e ao redor do sol com a velocidade de quase 32 km por segundo.
Nosso sistema solar se move ao redor de um sistema estelar com a velocidade de 20 km por segundo.



Este sistema estelar gira em torno de uma via láctea na razão de 320 km por segundo.

E toda essa via láctea, incluindo nosso sistema solar e a nossa Terra, se move ao redor de uma gigantesca galáxia com a velocidade de 160 km por segundo.
Somando-se estas cinco velocidades, chegamos à conclusão de que o nosso planeta, e nós com ele, nos movemos, cada segundo, com uma velocidade superior a 32.768.000 km.

Ora, sendo que o volume tridimensional de cada objeto está na razão direta da velocidade a que está sujeito, segue-se que o volume de todos os objetos terrestres não é absoluto, mas relativo; se eliminássemos metade dos movimentos que nos dominam, os objetos teriam o dobro dos seus volumes; se duplicássemos o movimento, os objetos teriam apenas metade das suas dimensões.

A quarta dimensão, que é o tempo, modifica as três dimensões do espaço. Tudo é relativo. Nada é absoluto.

Constante é apenas a velocidade da luz, que é de 300.000 km por segundo. Se um objeto tridimensional fosse submetido à velocidade da luz, deixaria de ter dimensão ou volume - mas a sua massa coincidiria com a da própria luz. Esse objeto seria oni-presente em sua massa e oni-ausente em seu volume.

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